Texto e Captação Vídeo: Rui Teixeira.
Fotos: Nuno Reis.
Edição Vídeo: Carlos Guimarães
Angelus Apatrida + Vio-Lence
Sala Mouco (Porto), 24.07.2026
Sexta feira 24 de julho foi dia de rumar à Sala Mouco no Porto, para uma noite de puro thrash metal, cortesia da Notredame Productions. A proposta era aliciante, os espanhóis Angelus Apatrida, uma das forças mais firmes e inovadora do thrash atual, e os lendários Vio-lence.
Com uma sala bem composta, mas talvez um pouco aquém do que seria de esperar para um cartaz destes, os Angelus Apatrida subiram ao palco com a confiança de quem sabe como é recebido sempre que vêm ao nosso país. Abertura a todo o gás com as faixas “One Of Us” e “Snob” abriram rapidamente as circle pits, com um público sedento de ação e que não baixou a intensidade durante todo o concerto. O setlist para grande alegria dos fãs, foi uma revisita a quase todos os álbuns da banda, com destaque para a faixa título do álbum de 2007 Give ‘Em War, a fantástica “We Stand Alone” e “Sharpen The Gullotine” e “You Are Next” que fecharam o set. A sintonia era tal, que o guitarrista David Alvarez desceu do palco e veio tocar no meio do público, com uma circle pit a formar-se à sua volta num grande momento da noite.
Despedida sobre aplausos e pedidos de mais uma, provaram que nuestros hermanos conquistaram por mérito próprio um lugar de destaque no panorama internacional.

Angelus Apatrida
Com muito calor, suor e cerveja ingerida, tivemos então um pequeno intervalo até nos ser oferecida mais uma dose brutal de thrash metal.
Com uma sala já rendida e disposta a dar tudo por mais uma hora de thrash, nada melhor que os californianos e lendas vivas Vio-lence. Com o avançar da hora, a sala ficou ainda mais cheia e o clima que se viveu foi de total insanidade do princípio ao fim. Stage diving, circle pits e muito headbang, fizeram desta passagem dos Vio-lence por Portugal, certamente uma das que ficará na memória da banda e dos fãs. O set foi absolutamente old school, com 4 faixas de “Eternal Nightmare” de 1988 e outras tantas de “Opressing The Masses” de 1990, sendo “Let The World Burn” a única do último trabalho que foi tocada. Com o conhecido Claudeous Creamer dos Possessed a reforçar o line up da banda ao vivo, a prestação foi brilhante e a roçar a perfeição, demonstrando que os “velhinhos” Vio-lence estão aí para durar.











































